A realidade é só uma opinião!

Entre heróis,personagens, história e berinjelas!

Baratas Versus Peixinhos dourados

domingo, 7 de junho de 2009

 

 

Quem nunca ouviu que a única coisa que sobreviveria a um ataque nuclear é a barata?

O motivo dessa questão tão importante existir é o fato da praga continuar viva e nojenta depois de suportar altos níveis de radiação. Até aí o peixinho dourado também suporta.

Por essa ótica, depois que uma meia dúzia de países se digladiarem pelo bem maior de quatro ou cinco famílias a única coisa que restaria seriam baratas voadoras de casca grossa e marrons perambulando por aí, cheio de restos radioativos de lixo enquanto fofinhos peixinhos dourados nadam sapecas por águas tóxicas comendo algas radioativas.

David George Gordon, estudioso sobre o assunto, publicou um livro desmentindo o mito de que a barata sobreviveria depois que o mundo se explodisse. Bem, ele está enganado. Alguém que passa a vida estudando esses bichinhos tão fascinantes não deve entender de bastante coisa.

Pois as baratas e os peixinhos dourados sobreviveriam e os ets verdes de marte sabem disso! Cascam o bico quando assistem disfarçados entre os humanos os filmes hollywoodianos que os mostram destruindo a terra, abduzindo aqui,engolindo o Tom Cruise ali, ocupando o corpo de barbudos para servirem de hospedeiros.

Ai, como a humanidade é criativa.

A vida inteligente perderia o playground de pobre aqui na Terra, porque? É tão mais divertido ver os serzinhos arrogantes inventando teorias, suposições e conspirações para salvar o mundo enquanto deviam desperdiçar o tempo tentando salvar os irmãos comidos vivos por lombrigas. E todo o espetáculo é di grátis sem precisar interferir.

No mais a destruição do mundo virá sozinha e nem vai demorar muito tempo. Há séculos os homens esforçam-se para destruir o lugar em que vivem. Desde que os simpáticos, mas não tão interessantes dinos, sumiram da face da Terra, os novos personagens deste show vem se aprimorando em consumir o mais rápido possível todas as reservas que encontrarem pela frente, do modo mais danoso possível.

Por que é que o et’s interfeririam? Eles só aparecem para o Spielberg que sabe admirar um dedinhos miraculoso. É só sentar e esperar até que um paisínho jogue sua primeira bombinha nuclear e depois o próximo e o próximo e já era” Aí só vão restar as baratas e os peixinhos dourados.

pensa: Pelos menos vão acabar os preconceitos, as divisões de classes, os pobres e os ricos, os feios e os biiitos, os surfistas sarado~es e os reles mortais, certo? Volte a premissa:Peixinho dourado e baratas, tudo que restará no mundo. Volte mais e mais. Há 530 a.C., quando Sidarta ou Buda disse: Não mates esta mosca, porque nela pode viver a alma da tua vó. Sidarta era poderoso, mas era só humano. Enganou-se quanto a mosca, na verdade era não mates esta barata.

Nós, humanos, com nossas almas desgraçadas impregnadas de karma, simplificaremos a evolução.

E os ets finalmente ocuparão a terra sem nadinha de esforço, enquanto os peixinhos com crista dourada tentarão ser superiores as baratas de couro duro.

Nem vai demorar muito. Vai vendo.

 

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A putinha do Hitler

quinta-feira, 4 de junho de 2009

 

 

O rapaz magricelo caminhava infeliz pelos corredores frios de Hofburg. Uma lágrima escorria pela face esquerda enquanto ajeitava o cabelinho ensebado jogado pro lado. Acabara de criar um sinalzinho com as mãos para cima em sinal de atitude, mas ninguém que lhe prestou atenção. A mãe fazia todas as suas vontades, mas o pai não o compreendia e gritava a pleno pulmão que parasse de escutar aquele chororô romântico irritante e fosse arranjar um emprego decente ao invés de ficar sonhando em ser artista.

Não era isso que ele queria, não, não. Ele queria pintar, queria mostrar sua arte, sua sensibilidade e genialidade. Largou tudo e foi pra cidade grande. Resultado: Bosta nenhuma. O reitor judeu da universidade de Belas Artes, disse que ele era um fiasco, um fracassado, um loser, um merda!

Fosse hoje, ele descobriria que tem uma penca de sentimentais igual a ele, pegaria dinheirinho com a mami e iria para um show de meninos de calças apertadas para encontrar-se com os amiguinhos, mas sendo lá milnovecentosealgumacoisa ele foi para o museu esgoelar-se ao som de Wagner. Chegando lá, já mais pra lá do que pra cá, ficou meio doidão ao lado da Lança Longinus ou lança Mauritius ou lança do destino ou a lança que perfurou o tórax de Jesus Cristo. Sentiu ali o seu ser se dividir em dois e percebeu que algo grandioso estava sendo guardado para ele, que dominaria o mundo, que todos o conheceriam, além dos outros blablablas dos fracassados.

Naquele momento, o pobre magricelo loser frustrado pulou do lado dos chorões para o lado negro da força. Sim, é uma pena que ele não tenha sido jovem por hoje, pularia do emo para o metal somente, mas bem…todos sabem no que deu. Churrasquinho de …

Pára!

O soldado Fritz Muller podia ter evitado o holocausto, a II Guerra e a idéia do bigodinho ridículo.

Sabe quem é Fritz Muller? Eu também não.

O fato é que, Fritz lá pelo dia 17 de abril de 1915 viu o magricelo comédia com a botina desamarrada. Pensou em nem falar nada por que era tiro para tudo que é lado, soldado pulando pra cá, gente perdendo os miolos para lá. Fritz ficou com pena e avisou Adolf, o sensível, o piá que era a piada pronta da galera com seus ataques emocionais, sua paranóia ou com suas cegueiras e transes. Verdade, verdadeira, Fritz dividia o beliche com Adolf. Ele embaixo, Hitler histérico em cima. Ele ficou com medo do mané cair pelo campo de batalha e acabar se mijando todo de vergonha bem encima do fino colchão do alojamento.

No momento que Hitler se abaixou uma bala disparada passou pelo lugar que estivera há um segundinho atrás. Hitler não morreu e contou essa vantagem até o final da vida, dizendo que Deus o escolhera, Deus o avisara, isso e aquilo,mas nem foi. Foi o Fritz.

O que pouca gente sabe é que Hitler perdeu a guerra por causa do seu bofe. Ele e Mussolini tinham um tórrido caso de amor nos bastidores do nazismo-fascismo. Seus encontros eram de abalar os eixos. Foi assim que começaram os fornos crematórios, quem falasse um ai sobre o quarto cor de rosa que eles dividiam na ponte aérea Alemanha- Itália ia ter que aguentar o circo pegar fogo. E claro ninguém era louco de comentar. Não descaradamente.

Sabe aquele frase: “Aonde queimam-se livros acabam queimando pessoas”?

Foi, sabiamente, reformulada. Inicialmente era:

Aonde queimam-se livros começa queimando as roscas.

Benito Mussolini, a putinha de Hitler, ficava louco de raiva por que o companheiro era o ativo e ele o passivo. Todo mundo sabia que ele só se dava bem nas brigas que se metia por que o outro mandava socorro. Adolfinho também o proibia de começar suas próprias rixas, sabia que seu doce duce era um tanto quanto barraqueiro e sem noção.

Benito ficou puto da fuça quando Adolf exigiu, rude, que ele retirasse os soldados da fronteira da França. Decidiu então tomar a Grécia e o Egito sem comunicar ao parceiro ditador. No Egito suas tropas (TRÊS VEZES maiores que as inglesas) foram chutadas pela África. Na Grécia, os britânicos juntaram-se a defesa grega e bau bau. Hitler ia invadir a URSS em maio, mas teve que adiar para arrumar a bagunça que o mô havia feito. Aí veio o frio, os ingleses meteram o bedelho novamente, Estados Unidos depois, e o resto por aí vai…

Mussolini ainda foi pego junto da ex amante e morreu com ela.

Só de pura dor nos corno, Hitler casou com Eva Braun um dia antes de perder a guerra e suicidar-se.

Moral da história: Em briga de marido e mulher, olhe bem se não há um inglês para meter a colher.

Os menores frascos importam-se com os maiores narizes!

domingo, 31 de maio de 2009

 

Cleópatra pensou no tombo que levou quando era criança segundos antes de suicidar-se. Perder a independência do Egito a atormentava, mas nem lembrou disso quando estava prestes a entregar sua nobre alma a Osíris. Na sua cabeça passava a imagem de Augusto olhando meio contrafeito para seu nariz entortado e assimétrico.

Não bastou gastar fortunas dos cofres públicos para esticar os cabelos meio tonhónhóin com o sal extraído do Nilo ou ficar com frio nas “partes” depois de banhar-se com a lua canalizando sua energia yin para o encontro. TUDO que aprendeu como sacerdotisa não comoveu Augusto, nem ao menos quando baixou o nível e remexeu até o chão lânguida como uma periquita saltitante.

Augusto olhou, um quê entediado, um quê analisando a situação e disse já pensando em outra coisa:

Nah, Nah, Cléo. To afim, não. Exército do império Romano? Avanti!

O que havia funcionado com César e Marco Antônio não surtiu efeito com Augusto que estava mais para Jonas Brothers do que Charlie Sheen; preferia a fama do que perder a extensão do seu império por um pedaço de carne.

Napoleão era um baixinho invocado que já tinha agradado a vizinhança ao entrar para a carreira militar. Como todo bom meio metro de gente contava vantagem que era uma beleza. Conseguia uma ou outra baixotinha, vesga e estava bem feliz com sua situação.

Os companheiros, entretanto, não deixavam que ele esquecesse dos quinze centímetros que transformavam o homem Bonaparte em uma pequenina bolinha cômica:

Napoleão, conta aí para os truta, tamanho é documento?

E lá ia o baixinho a sofrer ataques homéricos de gastrite nervosa. Contorcia-se, vermelho e colocava a mão na barriga. Os colegas de farda não faziam por mal. É que não tinha muita coisa para distraí-los, ficavam meses isolados e o general andou numas de proibir as mulheres de chegarem aos acampamentos. Claro que assim como Romário e Ronaldo, os oficiais davam sue jeitinho, mas com sorte o que encontravam era uma francesa sem banho.

Anos e anos aguentando as piadinhas infames com o seu tamanho, vendo a a gastrite aumentar e corroer seu estômago de tal maneira junto com o desejo de mostrar pros outros que não era um mané atarracado que sua cólera motivada pelo pus que subia pelo esôfago foi ganhando espaço e ele enfim conseguiu mostrar ao mundo e a toda a França o gigante que sabia que era. Josephina,infelizmente, conseguiu o que nem Waterloo teria sido capaz: transformou em pó a auto estima que levou anos para conseguir. Ao pegar a esposa no flagra, na cama com outro homem, Napoleão, mão na barriga para conter a azia, desolado mediu o tamanho dos dois e perguntou:

Como, Oh Josephina, como? Não é possível que você tenha conseguido arranjar um homem menor do que eu para dar a perseguida!

Fosse o nariz de Cleópatra menor ou a altura de um oficial de província maior, Egito não teria perdido a independência e a Europa não teria sua face modificada pela França.

Vê?

Coisas pequenas ou narizes grandes modificam toda a história.

 

 

Quanto ao nome do Blog, Judas não perdeu as botas. Naquele época ninguém usava botas, perdeu foi as chinelas, e todo mundo tinha uma sobrando para emprestar. Tipo quando o hóspede esquece de devolver as suas havaianas e leva embora depois do fim do ano. Tivesse Judas perdidos as botas e não sabendo onde, esperaria sossegadamente no lugar que estava. Afinal, a pé ele não ia andar. Talvez não tivesse encontrado os guardas de Pôncio Pilatos e delatado, a pedido de Cristo, sua posição. Jesus passaria como um Judeu revolucionário,bom de papo e buena gente. Sabemos como o que acontece com um revolucionários,bom de papo e buena gente…não viram crucifixos, viram somente camisetas. Não teria então o que Constantino inventar para competir com Buda e nem como perseguir o resto do mundo que não era cristão e também a bíblia que ele mandou ser reescrita não viraria o livro mais lido do mundo. Harry Potter seria invencível, Dan Brown teria que se esmerar mais ao escarafunchar conspirações e a igreja não teria a cara de pau de extorquir moedas do povo.

 

Por favor, não quero ofender ninguém. Até porque só nos ofendemos com o que acredita-se ser verídico, real.

E a realidade é só uma opinião!

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